Psicologia

QUEM SOMOS?

  • O departamento de psicologia trabalha com uma abordagem assente nas competências primárias e transversais defendidas pela europsy (https://www.europsy.pt/), os profissionais do departamento de psicologia trabalham em modelos e em programas exclusivos do CMI. Estes modelos e programas representam uma abordagem científica que unifica a avaliação psicológica e a intervenção psicológica.
  • O DP-CMI tem, na sua direção, a Professora Doutora Cristina Costa Lobo a quem compete a liderança e supervisão das atividades do Departamento de Psicologia.

 

O QUE FAZEMOS?

  • A avaliação e a intervenção psicológica é concretizada no seio da comunidade escolar, em empresas e individualmente, em consultório e, por videochamada.

 

OS DISTINTOS PLANOS DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA SÃO CONSTITUÍDOS POR:

  • Um conjunto de sessões que têm a duração de cerca de uma hora e meia e inicialmente são realizadas semanalmente. A frequência das sessões é ajustada conforme a aliança terapêutica, a evolução e a recuperação do paciente.

 

PRECISO DE FAZER INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA:

  • A Intervenção psicológica faz sentido em muitos momentos da nossa vida. É essencial quando estamos a sentir constrangimentos emocionais, mau estar, défices, quando sofremos de uma perturbação, mas também como ferramenta de desenvolvimento pessoal. Ou seja, a Intervenção psicológica é uma ferramenta necessária para quem quer evoluir e ser a sua melhor versão.
  • Segundo a Organização Mundial de Saúde, 1 em cada 4 pessoas sofre ou já sofreu de perturbações emocionais. A medicação tem sido a linha de tratamento mais usada, mas não a mais eficaz. Contudo, nem sempre procuramos a solução da Intervenção Psicológica.
  • A intervenção psicológica do CMI aborda os sintomas das perturbações psicológicas, trabalhando nas causas dos problemas e dos défices e construindo opções de reconstrução. A Intervenção Psicológica é determinante e apresenta-se com eficaz para pacientes que tomam medicação diariamente ou em SOS e que não veem os resultados esperados.

 

DEVO INICIAR UM TRATAMENTO:

  • A Intervenção Psicológica tem de ser uma escolha. Por ser um trabalho de equipa entre o paciente e o psicólogo, é fundamental que o paciente queira esta ajuda, esteja predisposto a fazer este caminho. Só é possível fazer este trabalho se o paciente for frontal em relação ao que sente e aos comportamentos que vai assumindo.
  • Contudo, até se sentir pronto para dar este passo, pode analisar se tem alguns comportamentos indicativos de perturbações emocionais, mau estar, défices, estados de ruptura:
    • Tem pensamentos que não saem da cabeça, dificultam a realização de tarefas simples;
    • Os sintomas estão a provocar um enorme peso e a reduzir a qualidade de vida;
    • O assunto impactou negativamente o rendimento na família, na escola, no trabalho, ou até mesmo relações com outras pessoas distantes.
    • Tem dúvidas em relação à sua identidade.
    • Tem hesitações frequentes em decisões fundamentais.

 

JÁ TENTEI DIFERENTES CONSULTAS E, MESMO ASSIM, NÃO ESTOU A RECUPERAR:

  • Diferentes abordagens têm resultados diferentes. Contudo, a consistência é a chave. Há abordagens que estão estruturadas de forma a exigir compromisso. Este compromisso é o primeiro passo para a recuperação. A Intervenção Psicológica no CMI é um bom exemplo disso, dado que funciona através de Planos de Intervenção estruturados desde a primeira consulta, com objetivos de recuperação bem definidos.

PORQUE DEVO EXPERIMENTAR A INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA NO CMI?:

A Intervenção Psicológica é muito eficaz no tratamento da maioria dos problemas de Saúde Mental, incluindo:

  • Perturbações de Ansiedade, como é o caso do Transtorno de Ansiedade Generalizada, do Síndrome do Pânico, da Perturbação Obsessivo-Compulsiva (POC), das Fobias, de Insónias crónicas, de Perturbações de Stress pós-traumático ou Fobia Social;
  • Perturbações de Angústia, como a Depressão ou a Perturbação Bipolar;
  • Perturbações Alimentares, como a Obesidade, a Anorexia ou a Bulimia;
  • Perturbações Somáticas, como a Fibromialgia e o Síndrome do Cólon Irritável. Ainda que a Intervenção Psicológica não consiga resolver estes problemas somáticos na sua raiz, é muito eficaz como tratamento complementar, ajudando na gestão dos sintomas.

Nem todas as pessoas que beneficiam da intervenção psicológica têm um diagnóstico de perturbação mental. A Intervenção Psicológica do CMI é útil e apresenta-se como adequada em várias dificuldades que as pessoas sentem dificuldade em lidar do dia-a-dia, como por exemplo:

  • A resolver conflitos familiares, nomeadamente conjugais;
  • A aliviar o stress do trabalho (burnout), ou situações de maior tensão;
  • A lidar com grandes mudanças na sua vida, como um divórcio, a morte de um ente querido ou até mesmo a perda de um emprego;
  • A aprender a gerir emoções e comportamentos menos saudáveis, como a impulsividade, a agressividade ou a procrastinação;
  • A resolver problemas sexuais, como o vaginismo, a disfunção erétil ou mesmo a falta de líbido sexual;
  • A dormir melhor, se a pessoa sentir dificuldades em adormecer ou em ter um sono reparador.

 

 

PRINCIPAIS PROGRAMAS DESENVOLVIDOS NO DP-CMI

Rastreio e avaliação psicológica integrativa (RAPI)

  • O CMI, através do corpo clínico de psicologia, e com recurso a instrumentos de avaliação psicológica, disponibiliza aos pacientes, avaliação de qualidade de vida, autoestima, morbilidade psicológica, autoimagem e motricidade;
  • O RAPI é um protocolo constituído por instrumentos breves, que permitem despistar e sinalizar problemas e/ou perturbações do foro psicológico e emocional.
  • A sua importância revela-se quando os resultados permitem orientar o paciente na decisão de procurar ajuda especializada e, caso se justifique, realizar uma intervenção no âmbito do acompanhamento psicológico adequada para a sua problemática de vida.
  • O RAPI destina-se a todas as pessoas que sintam estar a vivenciar uma situação difícil e que, por algum motivo, não estão a conseguir suprimir as suas necessidades emocionais de forma autónoma. Todos podem (e devem) pedir ajuda especializada se sentirem essa necessidade (jovens, adultos, idosos e também as crianças).
  • Os instrumentos rentabilizados são testes fundamentados cientificamente e adaptados para a população portuguesa.

 

Programa de desenvolvimento da carreira (PDC)

  • O Programa de Desenvolvimento da Carreira tem como principais objetivos: Escolher, seriar e selecionar interesses vocacionais; Planificar o percurso académico e/ou profissional; Aquisição de informação sobre as várias possibilidades de percurso e carreira: sistema educativo, formativo e laboral; Exploração e aumento de autoconhecimento; Tomadas de decisão de carreira informadas e conscientes; Construção de projetos e estilos de vida que promovam o seu desenvolvimento e sejam pessoalmente satisfatórios e socialmente úteis.
  • O Programa de Desenvolvimento da Carreira tem por destinatários jovens em idade escolar em fase de transição ou com interesse em analisar as aptidões e interesses vocacionais; jovens adultos em fase de transição para o ensino superior ou deste para o mercado de trabalho.

 

Plano empresas / programa de saúde ocupacional (PSO)

  • Tendo em conta o eu é preconizado pela Agência Europeia para a Saúde e Segurança no Trabalho, o presente programa pretende alcançar inúmeros benefícios, tais como: Análise individual de construtos psicológicos; Mais produtividade graças a menos tempo de ausência por motivo de doença; Menos despesas de saúde; Manter no ativo os trabalhadores mais velhos; Promover tecnologias e métodos de trabalho mais eficientes; Reduzir o número de pessoas obrigadas a reduzir as suas horas de trabalho para tomar conta de um familiar.
  • O PSO tem como destinatários todos os colaboradores de determinada empresa.

 

Programa integrativo de libertação emocional (PILE)

  • Promovemos, através da intervenção psicológica em grupo, a autoestima, o desenvolvimento afetivo nas crianças, jovens e adultos;
  • Capacitamos para processos cognitivos eficazes, para o ajustamento, a socialização, a assertividade, e a tolerância. promoção da autoestima, tolerância, autonomia, desenvolvimento de hábitos de trabalho.

 

Plano escolas (PE)

  • A consulta de avaliação e diagnostico é o primeiro passo a dar para iniciar o tratamento através do departamento de psicologia. Este é o momento em que se estabelece a relação entre o terapeuta e a pessoa. É uma consulta muito introspetiva, que permite ao terapeuta conhecer as principais dificuldades da pessoa, os seus sentimentos, pensamentos e comportamentos. Nesta primeira consulta fala-se também dos momentos mais marcantes da sua vida e percebe-se de que forma influenciaram o seu bem-estar emocional.
  • O plano de intervenção psicológica é prescrito após a consulta de avaliação e diagnóstico, sendo adequado caso a caso.

 

Avaliação fatorial das aptidões intelectuais:

  • A Avaliação fatorial das aptidões intelectuais tem como principais objetivos a: preparação de provas de acesso ao ensino superior; deteção e avaliação de dificuldades de aprendizagem; screening e deteção de crianças sobredotadas, orientação vocacional e profissional; avaliação psicopedagógica.
  • A Avaliação fatorial das aptidões intelectuais tem como principais destinatários estudantes entre os 12 e os 19 anos.

 

Programa construir o futuro I (CF I):

  • O Programa construir o futuro I, tem como principais objetivos: Mobilizar a curiosidade própria desta fase do desenvolvimento, através da observação e da interação com as figuras-chave e contextos de vida mais importantes para as crianças, tendo em vista a aquisição de informações relevantes e a aprendizagem de estratégias de desempenho de papéis atuais e futuros.
  • O Programa construir o futuro I (CF I), tem como principais destinatários crianças entre os 6 e os 10 anos.

 

Programa construir o futuro II (CF II):

  • O Programa construir o futuro II, centra-se no contexto escolar e no papel de estudante, tendo em consideração as principais dificuldades identificadas nas escolas portuguesas e tem como objetivo motivar e preparar os jovens para o desempenho do papel de estudantes, valorizando a sua importância e significado no desenvolvimento pessoal, presente e futuro.
  • O Programa construir o futuro I, tem como principais destinatários estudantes a partir dos 10 anos.

 

Programa construir o futuro III (CF III):

  • Programa construir o futuro III, centra-se no processo de construção do autoconceito e a sua importância na interpretação das experiências pessoais e nos planos para o futuro e permite a exploração e contextualização das oportunidades, sensibilizando e preparando os estudantes para a definição de projetos vocacionais, em particular na transição para um novo ciclo de estudos ou para o mundo do trabalho.
  • O Programa construir o futuro I, tem como principais destinatários estudantes entre os 12 e os 15 anos.

 

Programa construir o futuro IV (CF IV)

  • Programa construir o futuro IV visa promover o desenvolvimento vocacional dos estudantes do ensino secundário e centra-se na exploração das áreas de atividade mais diretamente relacionadas com o percurso educativo escolhido no final da escolaridade obrigatória, no aprofundamento do conhecimento de si próprio e no desenvolvimento da adaptabilidade e de competências importantes para a transição para o mundo do trabalho, para o ensino superior ou para a formação profissional.
  • O Programa construir o futuro I, tem como principais destinatários estudantes do 12º ano.

 

Teste Interesses e Preferências Profissionais (IPP- R):

  • O teste Interesses e Preferências Profissionais – edição revista (IPP-R) avalia os interesses e as preferências profissionais dos jovens, tomando em consideração profissões representativas de cada campo profissional, assim como as principais tarefas que lhes estão subjacentes. Este inventário também permite avaliar o grau de conhecimento dos sujeitos em relação às profissões e atividades mencionadas.
  • O teste Interesses e Preferências Profissionais – edição revista (IPP-R) tem como principais destinatários estudantes universitários.

 

Avaliação psicológica de condutores / testes psicotécnicos para a obtenção ou renovação da carta de condução necessária para a obtenção ou renovação da carta de condução nas seguintes categorias do grupo 1 e grupo 2:

  • Condutores e candidatos a condutores de pesados de mercadorias e de passageiros (veículos com reboque e articulados)
  • Motoristas de táxi
  • Condutores de veículos prioritários (ex. ambulâncias, carros de combate a incêndios, carros de transporte de doentes
  • TCC (Transporte Coletivo de Crianças)
  • ADR – Motoristas de transporte de matérias perigosas
  • Instrutores e examinadores de condução
  • Troca do título de condução estrangeiro (para condutores profissionais, i.e, situações acima indicadas)